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A lenda faz 35 anos: o que queremos ganhar do Link

A lenda faz 35 anos: o que queremos ganhar do Link

Como todos nós sabemos, celebraremos em 2021 os 35 anos do lançamento do jogo The Legend of Zelda. Esta franquia é muito especial para muitos de nós, fãs da Big N. Para mim tem um sentido especial, já que comecei a mergulhar nesta franquia com o maravilhoso The Legend of Zelda: A Link to The Past. Tenho recordações tanto felizes quanto dolorosas, já que este foi um dos primeiros RPGs que eu joguei na minha vida. E quem jogava RPGs nos anos 80 e 90, sabe muito bem o que é ser feliz e triste ao mesmo tempo com esses jogos.

A lenda faz 35 anos: o que queremos ganhar do Link

Na primeira vez que eu coloquei o cartucho de A Link to The Past no meu Super Nintendo eu não fazia ideia do que me esperava, já que eu mal sabia do que se tratava o jogo. Confesso que senti estranheza em ver aquela personagem pequena (Link, no caso) se movimentando no mapa. Como eu mal sabia inglês na época, também não entendi muito do jogo, já que ele tinha muitos textos para serem lidos. Me aventurei por Hyrule, entrei no castelo, salvei a princesa Zelda pela primeira vez (foi aí que eu descobri que Zelda era a princesa, não o herói) e, de repente, me deparei com várias marcações no mapa sem saber o que fazer e para onde ir a seguir.

Nunca havia chegado ao final desse jogo, afinal A Link to The Past não é um jogo fácil. Acabei me aventurando em outros títulos do Super Nintendo, deixei o jogo um pouco de lado, mas nunca me esqueci o que era se aventurar por Hyrule. Este nomes, Zelda, Link, Master Sword, Hyrule, me acompanham desde então.

Chegamos em 1996 e com ele chegam o maravilhoso Nintendo 64 e a era dos Zelda em 3D. Nele foram lançados outros dois clássicos, Ocarina of Time e Majora’s Mask. Claro que fui jogá-los! Os mesmos sentimentos de carinho e raiva voltaram com estes dois jogos, já que também eram títulos que não entregavam nada fácil. Mesmo com um maior conhecimento de inglês, Hyrule e Termina não eram terrenos fáceis de se embrenhar. Infelizmente não consegui chegar ao final de Majora’s Mask. Porém, tive uma felicidade enorme quando consegui finalmente chegar ao final de Ocarina of Time. Foi o primeiro jogo da franquia que eu consegui terminar, mesmo que de vez em quando precisasse de uma ajudinha das revistas que eram publicadas na época (obrigado revista Ação Games!).

A lenda faz 35 anos: o que queremos ganhar do Link

Já no GameCube, ganhamos a joia Twilight Princess, o segundo jogo “sombrio” da franquia, depois de Majora’s Mask. Me vi intensamente imerso neste jogo, tentando mais uma vez salvar Hyrule de uma dominação total, desta vez pelo sinistro Zant. As dungeons, a exploração, o Link transformado em lobo, Midna. Tudo neste jogo era assustador na medida certa e chegar ao final dele também foi extremamente satisfatório, mesmo com aquela já velha sensação de frustração quando não conseguia resolver algum puzzle para chegar à batalha contra um chefe. Também no GameCube ganhamos o fofíssimo The Legend of Zelda: The Wind Waker, que quebrou um paradigma ao apresentar a aventura de Link em um estilo cartunesco muito bem feito. Infelizmente joguei pouco desse título, um arrependimento que carrego até hoje.

A lenda faz 35 anos: o que queremos ganhar do Link

Hoje, alguns anos (e XP na vida) depois, temos no nosso tão amado Nintendo Switch o majestoso Breath of The Wild, lançado em 2017 e que, mais uma vez, quebrou paradigmas e transformou inteiramente o conceito de “jogo em mundo aberto”. Esse jogo é a definição mais pura do sentimento de “o que vou fazer agora?”. Mesmo depois de mais de três anos de lançado (e zerado três vezes), ainda me vejo explorando os confins dessa versão de Hyrule com o queixo caído de tanta coisa que você pode descobrir. Além disso, muitos jogos da franquia estão disponíveis no Nintendo Switch Online. Oportunidade perfeita para que possa eliminar o fantasma de não ter completado A Link to The Past. Também temos um remake lindo de Link’s Awakening, lançado originalmente para Game Boy em 1993. Isso também nos leva à seguinte indagação: O que esperar do aniversário do balzaquiano Link em 2021?

A lenda faz 35 anos: o que queremos ganhar do Link

Para começo de conversa, ganhamos um “pequeno mimo” com o jogo Hyrule Warriors: Age of Calamity, que será lançado em 20 de Novembro de 2020. Só a confirmação da existência do jogo gerou muita expectativa, já que há muito queremos saber o que realmente acontece na Great Calamity, como os heróis caem e o que acontece com Hyrule durante este período muito sombrio até os acontecimentos de The Legend of Zelda: Breath of the Wild. Porém queremos mais! Muito mais!

A lenda faz 35 anos: o que queremos ganhar do Link

Como este é um texto especulativo, vou indicar aqui o que eu gostaria de ver na minha coleção de Nintendo Switch no ano que vem. Primeiramente, já temos acesso aos jogos clássicos da franquia (The Legend of Zelda, The Adventure of Link, The Legend of Zelda: A Link to the Past) como assinantes do Nintendo Switch Online. Temos também Breath of the Wild o remake de The Legend of Zelda: Link’s Awakening. Para 2021, gostaria de ver algo como uma coleção de jogos 3D (Ocarina of Time, Majora’s Mask e Twilight Princess) para que eu possa eliminar outro fantasma e terminar Majora’s Mask. Sabendo o poder de venda que esses jogos tem individualmente, acho difícil que sejam vendidos juntos em uma coleção. Eles podem sair ao longo do ano que vem.

Outro jogo que eu queria ver nas prateleiras é uma versão de Skyward Sword, lançado originalmente para Nintendo Wii em 2011. Este é um jogo que não tive a oportunidade de jogar (por não ter tido o Nintendo Wii), mas é um jogo que conta a história de como tudo começou nas bandas de Hyrule. É um jogo muito aclamado pelo público e seria muito bom ver uma versão dele para o Switch.

A lenda faz 35 anos: o que queremos ganhar do Link

Além dos relançamentos, gostaria de ver jogos novos do nosso amado Hylian. Gostaria muito que a continuação de Breath of The Wild fosse lançada no ano que vem, já que é o jogo que mais aguardamos desde a E3 de 2019. Aquele teaser que vimos causou muita comoção naquele que vos escreve. Desde então, muitas pessoas especulam o que vai acontecer no jogo, mecânicas, enredo, se a Master Sword estará à disposição ou não do jogador logo no início… São muitas teorias, mas a equipe de Eiji Aonuma não nos dá informações novas desde então. Acredito que teremos muitas novidades a partir de Janeiro de 2021.

O “Ano do Link” está bem na esquina, falta pouco para descobrir o que virá para a nossa coleção. Mais uma vez vou carimbar o meu “passaporte gamer” para entrar em Hyrule e explorar essa terra com tantas histórias e tantas lembranças. Me aguardem, Link e Zelda! Estamos chegando!


[A coluna acima reflete a opinião do redator e não do portal Project N]


[A coluna acima reflete a opinião do redator e não do portal Project N]