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#DRIVE - Liberdade, paisagens e muitas conquistas

#DRIVE – Liberdade, paisagens e muitas conquistas

Saia em uma jornada incrível por diversas estradas, cumprindo missões e atingindo novos recordes. #DRIVE é para você apreciar o caminho!

Se você tem uma certa idade, deve se lembrar de filmes de viagens em carro dos anos 80 ou 90, os famosos “road trip movies” e #DRIVE, da Pixel Perfect Dude e Lionsharp Studios, tenta trazer essa vibe a um jogo de corrida infinito. O sucesso na conquista do objetivo é claro, afinal #DRIVE é um jogo bem feito, recheado de boas paisagens, de uma arte minimalista incrível e de uma trilha sonora para não botar defeito. #DRIVE é uma.otima viagem que os nintendistas podem aproveitar.

Volta ao mundo em 80 missões

Para começar a jogar é simples. Escolha o carro. Escolha a estrada. E pé no acelerador. Assim como aqueles jogos de corrida infinito que existem de monte no ambiente mobile (Subway Surfers, Minions Rush e etc), mas bem melhor feito e trabalhado, #DRIVE coloca você para dirigir indefinidamente entre paisagens de um país escolhido, passando por diversos carros, fugindo de policiais, abastecendo, consertando seu carro e coletando muitas tampinhas.

Você começa com poucos carros na garagem e uma estrada norte americana para conhecer. E conquistando tampinhas e concluindo missões você desbloqueia novos carros, novas cores e versões. Com a quantidade das.suas viagens nas estrada você coleta postcards para desbloquear novos países e paisagens, desde estradas nevadas perto da fronteira canadense a um local futurista em Marte.

Cada local tem suas particularidades, seus obstáculos e seus desafios. E cada carro também tem suas características, um pode ser mais rápido, mas mais difícil de controlar e etc. E assim você deve sair livremente pelas estradas, cumprindo missões, subindo de nível, e conquistando muitos e muitos desbloqueáveis.

#DRIVE - Liberdade, paisagens e muitas conquistas

Ligue o rádio, curta a paisagem, bata umas fotos

Se tem algo que se destaca em #DRIVE é a ambientação. A trilha sonora encaixa perfeitamente com a vibe e a infinidade do jogo. E a arte minimalista deixa as paisagens únicas e cheias de personalidade. E para melhorar ainda mais este último item é o incrivel modo fotografia que o jogo apresenta. Você consegue mudar ângulo, posição, colocar alguns efeitos e tirar uma foto incrível sem nada atrapalhando na tela.

O problema do jogo pode estar na repetição. Por ser um jogo de corrida infinita e que novas fases requerem bastante itens para desbloquear, o jogador pode ficar um pouco entediado em jogar a mesma fase várias e várias vezes. Mas se você busca essa constante busca por melhoria, bater recordes, concluir missões e desbloquear itens, #DRIVE é um ótima pedida.

Let’s hit the road, Jack

#DRIVE é um jogo de corrida infinita feito para quem curte uma vibe anos 80/90 no estilo gráfico, na música, e uma vibe de conquistas, recordes, upgrades em estilo de jogo. Uma fotografia bem feita, ambientação sonora bem trabalhada, uma estrada com paisagens incríveis, power-ups que mexem na dinâmica do jogo e controle simples fazem de #DRIVE uma deliciosa aventura na estrada que infelizmente não está em português ou mesmo na loja brasileira, que por US$12,99 (ou quase R$70,00) pode ser uma aventura um pouco cara. Mas se você curte, faça suas malas, ligue o carro e curta a jornada.

#DRIVE
8.6 / 10 Nota Final
Prós
- Arte e ambientação muito bem feitas
- Power-ups divertidos
- Diversas missões, conquistas e desbloqueáveis
Contras
- Não tem tradução em português
- Não tem na eshop brasileira
- Pode ser repetitivo
Resumo
#DRIVE é um jogo e uma experiência. Em gameplay é simples, mas suas missões, conquistas e desbloqueáveis elevam a jogabilidade quase no mesmo patamar em que a qualidade técnica, estética e musical do jogo já se encontra.
Design
Trilha Sonora
Diversão
Gameplay
Custo x Benefício

[Nota do Editor: #DRIVE foi analisado a partir da sua versão para Nintendo Switch. A cópia do jogo foi gentilmente cedida pela Team Critical Hit para avaliação.]


[A coluna acima reflete a opinião do redator e não do portal Project N]