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Diablo 2: Resurrected – Tudo o que você precisa saber antes de jogar [Parte 2]

A Ascensão dos males primordiais.
A Ascensão dos males primordiais.

Leia a parte 1 aqui.

Após os terríveis acontecimentos em Diablo 1, Aidan, busca encontrar refúgio nos braços de Adria, a bruxa local, com quem ele tem um certo romance por algum tempo. Diablo através da pedra da alma que estava no corpo do príncipe começa exercer sua força sobre ele cada vez mais forte e visceral.  

Temendo perder o controle, Aidan parte rumo ao leste vagando como um errante. Deckard Cain estranhou a partida repentina do príncipe e conversou com Adria para tentar entender o que motivou tal decisão, mas ela apenas lhe disse que o mesmo estava indo em busca de ajuda para se livrar dos tormentos que ele estava sofrendo, história essa que não convenceu o velho sábio. 

RUMO AO LESTE

Aidan parte em direção a Aranoch, vagando quase como um zumbi já cansado e sem forças. Após passar pelo monastério controlado pelo mesmo clã de Moreina, da Irmandade do olho cego (Sisters of the Sightless Eye), ele chega a uma taverna e decide parar ali para descansar e recuperar suas energias.

Diablo 2: Resurrected – Tudo o que você precisa saber antes de jogar [Parte 2]

Em pouco tempo Diablo finalmente assume o controle e invoca uma legião de demônios que destroem a taverna e matam todos ali, bom, na verdade quase todos, milagrosamente e sem entender o porquê, apenas uma pessoa sai com vida desse ataque, Marius. 

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Marius

Ele é forçado pelas forças de Diablo a seguir Aidan rumo ao leste, sem poder recusar, parte junto do príncipe corrompido e seus demônios. 

Com a alcunha de O Andarilho Sombrio, Aidan ataca o monastério e expulsa todas as arqueiras invocando hordas e mais hordas de demônios, com a missão de impedir que qualquer pessoa o siga. Além dessas hordas ele invoca um dos demônios inferiores,  Andariel. Diablo parte para tentar libertar seu irmão Baal.

Os rumores sobre os acontecimentos em Tristam e a influência de Diablo se espalham e alguns aventureiros resolvem tomar partido nessa batalha. Um bárbaro vindo das terras de Harrogath, um paladino discípulo da religião Zakarum, um Necromante, uma Amazona e uma maga do clã Vizjerei, o mesmo clã do mago Jazreth que lutou ao lado de Aidan em Tristam. 

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Bárbaro
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Amazonas
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Feiticeira
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Necromante
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Paladino

Eles se reúnem no acampamento das arqueiras e encontram sua líder, Akara, sem saber se ela pode confiar nesses aventureiros, ela pede uma prova de lealdade, sua missão era derrotar o demônio conhecido como Blood Raven e  retornar a Tristam para resgatar Deckard Cain, o último dos Horadrim. 

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Akara
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Blood Raven

Ao derrotar Blood Raven, eles descobrem que ela era Moreina, a arqueira que lutou ao lado do príncipe e que após ser corrompida pelo Senhor do Terror, se tornou uma de suas servas.  

Seguem para Tristam para salvar Cain e se deparam com a cidade completamente destruída e tomada por demônios. Muitos daqueles que ajudaram os aventureiros em Diablo 1 estão mortos, o caso de Wirt (o garoto com a perna de pau), ou foram transformados em demônios, como o ferreiro Griswold. Após resgatar o sábio eles retornam ao acampamento e Akara passa a confiar neles. 

Ela conta a eles que suas arqueiras foram expulsas e banidas do monastério e que ele está tomado por demônios. Os aventureiros partem até o local e destroem um a um seus invasores, inclusive a Senhora da Angústia, Andariel. 

O problema é que enquanto batalhavam contra Andariel e suas hordas, Diablo finalmente descobre a localização da tumba de Tal Rasha (leia mais sobre esse acontecimento na parte 1) e encontra lá dentro, seu irmão Baal aprisionado.

O RETORNO DE BAAL

Nesse momento um dos membros do Conselho Angiris, o arcanjo Tyrael, aparece para deter Diablo, uma terrível batalha se inicia. Aproveitando que o arcanjo estava focado no combate, Baal usa sua influência maligna em Marius para que ele retire a pedra e o liberte. Em desvantagem Tyrael acaba derrotado e preso enquanto os demônios vão embora. 

Enquanto estava sendo preso, o arcanjo ordena que Marius destrua a pedra da alma que aprisionava Baal. Enquanto isso, os irmãos invocam Duriel, o senhor da Dor, para impedir que alguém os siga. 

Enviados até Lut Gholein para encontrar a tumba de Tal Rasha, os aventureiros precisam completar algumas missões para encontrar o cubo horádrico (que será muito utilizado durante a gameplay), que irá ajudá-los a localizar a tumba. Com a ajuda de Deckard ele chegam até o Santuário Arcano e lá enfrentam o The Summoner, que assim como todos os aventureiros de Diablo 1, também teve um final trágico, afinal ele é mago Jazreth que lutou ao lado de Aidan e Moreina em Tristam. 

Diablo 2: Resurrected – Tudo o que você precisa saber antes de jogar [Parte 2]
The Summoner

Logo após derrotar o mago caído, eles encontram a tumba verdadeira e derrotam Duriel que havia ficado como guardião, libertando assim o arcanjo Tyrael.

OS TRÊS MALES VAGAM PELA TERRA

Diablo e Baal chegam a Kurast para libertar o último dos males primordiais, Mephisto. Como o Senhor do Ódio já havia corrompido toda a cidade e convertido os seguidores de Zakarum para seus servos, não foi difícil para seus irmãos libertá-lo. O conselho que uma vez já havia liderado a ordem dos paladinos, hoje não passava do braço direito de Mephisto.   

Quando os três finalmente se reuniram, Diablo assumiu sua verdadeira forma deixando para trás o corpo de Aidan. O senhor do Terror recebe a missão de recuperar o domínio do inferno, pois ao que tudo indicava uma guerra civil havia tomado conta do lugar, provavelmente liderada por Azmodan e Belial. Ele abre o portal e parte.

A história poderia ter sido diferente se Marius tivesse completado a missão que Tyrael lhe deu. Ele presenciou a reunião dos três senhores, mas não teve coragem de destruir a pedra da alma de Baal e decide fugir.

Sabendo que estão sendo caçados, Mephisto decide ficar em Kurast para impedir que os aventureiros avancem. Mesmo com todo o seu poder, após uma difícil batalha ele é derrotado e tem sua pedra da alma retirada. Essa é levada pelos guerreiros para dentro do portal do inferno. 

Tendo um dos males primordiais derrotado, Tyrael dá três missões ao grupo. A primeira era encontrar e libertar o espírito do Arcanjo Izual que havia sido capturado a muito tempo. A segunda missão era encontrar a Forja do Inferno para nela destruir a pedra da alma de Mephisto. E por fim, mas não menos importante, encontrar o Senhor do Terror, derrotá-lo e bani-lo do santuário.

A QUEDA DO SENHOR DO TERROR

Muitos anos atrás o arcanjo Izual havia comandando um ataque às hordas do inferno totalmente inesperado, o que resultou na morte de muitos anjos e na captura do arcanjo.  Por se importar muito com todos os seus iguais, Tyrael queria a ajuda dos heróis para livrar o pobre Izual do seu tormento eterno e dar paz a sua alma. Mal sabia ele que Izual estava na verdade ajudando os males primordiais arquitetando todo o plano de exílio deles no santuário, até que tivessem fortes o bastante para emergir. 

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Izual

Após derrotar Izual e destruir a pedra de Mephisto na forja, os aventureiros partem em busca de Diablo. No caminho eles enfrentam um exército de demônios até finalmente encontrarem o Senhor do Terror. A batalha é árdua mas eles conseguem derrotá-lo e pôr um fim na vida de Diablo.   

Baal vai atrás de Marius que havia fugido e fazendo se passar por Tyrael, pergunta a ele sobre a pedra da alma que ele tinha retirado do corpo de Baal. Sem saber que falava com o próprio Senhor da Destruição, ele conta que não teve coragem de seguir com o plano mas que ainda estava guardado a pedra. Assim que ele entrega a pedra da alma, Baal revela sua verdadeira forma, incendeia o lugar colocando assim um ponto final na história de Marius. 

Baal decide ir atrás da WorldStone, aquela pedra que era capaz de criar mundos e havia sido usada para criar o Santuário e tinha o poder de deixá-lo fora do radar de anjos e demônios. Os únicos seres que sabiam da localização da pedra eram os Horadrim, como Baal ficou aprisionado dentro do corpo de um deles(Tal Rasha) por muitos anos, ele sabia exatamente onde procurar.  

Sendo assim ele parte para o Monte Arreat, o lar dos bárbaros. O demônio massacrou moradores e guerreiros deixando um rastro de destruição no seu caminho. Temendo pela derrota iminente, os anciãos do lugar deram suas vidas para criar um escudo protetor que impedisse Baal de chegar até a pedra. 

Apenas um desses anciões sobreviveu, Nihlathak. 

O ULTIMO DOS MALES PRIMORDIAIS

É nesse cenário que se tem inicio a expansão de Diablo 2, visto que o jogo base se encerra logo após a queda de Diablo. Além do encerramento da história a expansão trazia consigo dois novos aventureiros. Uma Assassina e o Druida.

Diablo 2: Resurrected – Tudo o que você precisa saber antes de jogar [Parte 2]
Druida
Diablo 2: Resurrected – Tudo o que você precisa saber antes de jogar [Parte 2]
Assassina

Três poderosos e habilidosos guerreiros eram responsáveis por guardar a entrada da câmara da WorldStone. Eles têm a missão de não deixar ninguém entrar na câmara, a não ser que essa pessoa possua uma relíquia ancestral. 

Sabendo disso, Baal negocia com Nihlathak. Ele fala para o ancião que se entregar a relíquia, os ataques cessaram. Nihlathak fecha o acordo e o demônio passa sem dificuldades pelos guardiões.

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Nihlathak

Sem possuir nenhuma relíquia, os heróis precisam enfrentar os guardiões e apenas depois de uma intensa batalha eles vencem e conseguem acessar a câmara. 

Tendo adquirido muito conhecimento e experiência durante toda sua jornada, os aventureiros finalmente encontram Baal e iniciam sua derradeira batalha. Mesmo com certa dificuldade eles vencem o Senhor da Destruição, mas não sem antes ele corromper a WorldStone.

Temendo pelo pior, Tyrael lança sua espada em direção a pedra corrompida para dar fim a qualquer domínio de Baal, sabendo que tal ato colocaria o Santuário na vista tanto do céu como do inferno. O véu que protegia o Santuário, estava agora destruído. 

Diablo 2 é um jogo de computador desenvolvido pela Blizzard North e publicado em 26 de junho de 2000 pela Blizzard Entertainment. Sendo uma sequência direta do seu antecessor, ele trouxe diversas melhorias, não somente gráficas, mas principalmente para a jogabilidade.

Diferente no primeiro jogo que apenas três personagens eram jogáveis, aqui você tem acesso a cinco classes, Bárbaro, Necromante, Paladino, Feiticeira e Amazonas (além da Assassina e do Druída que vieram na expansão).

Diablo 2: Resurrected – Tudo o que você precisa saber antes de jogar [Parte 2]

Outra grande mudança foi a árvore de habilidades e magias que eram específicas para cada classe. Enquanto no primeiro jogo você precisava ler livros para adquirir magias, no Diablo 2 cada personagem já possui uma árvore predefinida de magias e habilidades que serão desbloqueadas conforme você ganha mais experiência. 

A movimentação do personagem também ficou muito mais fluida, inclusive introduzindo uma barra de stamina que permite seu personagem correr, o que torna  o jogo mais dinâmico e menos “travado” como sua versão mais velha. 

O jogo também não se passava em apenas um cenário como no primeiro título, dividido em 4 atos, 5 com a expansão, você viaja pelo santuário, visitando novas cidades, culturas e personagens memoráveis. 

Você também tem a possibilidade de recrutar mercenários que irão lhe ajudar em sua aventura, a cada ato (exceto o ano 4) você tem uma gama diferente de ajudantes para incorporar seu time e criar as mais diversas estratégias.

A joia da coroa se assim posso chamar, foi a criação das Rune Words. As runas já estavam presentes desde o inicio do jogo e quando combinadas numa exata sequencia, davam ao item em questão, habilidades especiais. Existem “receitas” tanto para armas, como para escudos e armaduras. Quem aqui nunca fez de tudo para conseguir sua tão sonha Enigma?

Diablo 2: Resurrected – Tudo o que você precisa saber antes de jogar [Parte 2]

Diablo 2 foi um grande avanço em comparação ao seu antecessor e conseguiu fazer ainda mais sucesso tendo uma comunidade ativa até hoje jogando nos modos onlines. É verdade que nos últimos anos os servidores estão tomados por bots que tornam a experiência bem menos prazerosa e encantadora como outrora, mas que não diminui sua importância e sua história. 

Tamanha força fez com que após anos de especulações e rumores a Blizzard finalmente anunciasse em 2021 um remaster chamado Diablo 2 Resurrected.

Se você é daqueles fãs de carteirinha de Diablo, tenho certeza que esse foi um dos melhores anúncios dos últimos anos, mas agora se você é apenas um novato quando o assunto são as batalhas pelo Santuário, essa será uma oportunidade de ouro para você vivenciar essa experiência incrível. 

Espero que esse pequeno guia tenha ajudado você a entender e conhecer um pouco mais da história que deu origem ao universo fantástico de Diablo e todos os eventos que culminaram até o final do Diablo 2.

Mas pra quem quer um pouco mais, saiba que ainda não acabou. Quero trazer pra vocês um pouco das minhas expectativas e as primeiras impressões do close e open beta que rolaram dias atrás.

Apenas um aquecimento para o dia 23 de setembro.

O QUE ESPERAR?

Logo que saiu o trailer de anúncio desse remaster, minha cabeça entrou em êxtase. Era uma mistura de nostalgia com sonho realizada que eu não conseguia explicar. 

À primeira vista as melhorias gráficas foram gritantes e isso se confirmou quando tivemos acesso aos betas.  

E como esse jogo está lindo. São tantos detalhes, que antes por limitações gráficas, passavam despercebidos, que eu me peguei por vários minutos apenas observando os cenários e personagens. Como esse jogo ta lindo!

As magias são um show à parte. Se antes elas já encantavam com sua beleza, agora elas enchem a tela de forma teatral. 

Outro ponto positivo na minha opinião, seguindo os passos do Diablo 3, foi a localização total do jogo para o nosso idioma. E O QUE FALAR DESSA DUBLAGEM!!! Um trabalho magnífico e feito com muito carinho. Certamente foi um item que me surpreendeu positivamente pela qualidade. Minhas expectativas foram ultrapassadas com folga. 

Cinematic Dublada

As legendas e traduções de nomes de itens, ao meu ver, fazem sentido e estão muito boas, mas senti falta de poder escolher deixar o jogo com a dublagem em portugues e as legendas em inglês, talvez seja algo que esteja disponível no lançamento do oficial.  

Algumas funções foram adicionadas que melhoram e muito a jogabilidade. Funções essas que já existiam através do uso de mods, mas agora fazem parte do jogo oficialmente.

O baú por exemplo, além do báu do personagem, agora você tem acesso a outras três que são compartilhadas entre todos os personagens da sua conta. Isso ajuda e muito pra quem joga online não precisar mais fazer as famosas mulas (char criados apenas para guardar itens) e correr o risco de perder itens com quedas de servidor, falta de luz ou quaisquer outros imprevistos que só quem já vivenciou sabe o terror que isso gera.

Uma outra questão menor é o auto loot das moedas de ouro (gold) que não é nada demais mas é bem funcional. 

Uma inovação dessa versão é que ele não será mais um exclusivo para jogadores de PCs, agora você dono de consoles também poderá jogar Diablo 2 e qualquer uma das plataformas atuais. E sabe que ele ficou bem intuitivo. Testei essa opção com um controle de Xbox e o resultado foi bem satisfatório.

A jogabilidade e menus se adaptam ao controle e são bem responsivos. Tudo foi refeito para se jogar no controle. Mesmo para direcionar magias é uma tarefa até simples se usando um controle. Claro que nada substitui a precisão e agilidade de um mouse, mas com certeza é um ponto positivo a se destacar.

Afinal quem nunca sonhou em jogar Diablo sentadão no sofá?

Outro ponto inspirado em Diablo 3 é a comparação dos itens selecionados com aqueles que você está equipado. Assim fica fácil de analisar as habilidades de cada item sem precisar recorrer a anotações ou pior(no meu caso), a memória. 

Ao abrir o menu do personagem, você tem agora acesso a muitas outras informações que antes só existiam nos mods. Não sendo mais necessário anotar quanto de MF(Magic Find) seu personagem tem a cada mudança de item, tudo já aparece calculado e organizado para nosso deleite. 

No fundo, é exatamente como foi dito no seu anúncio, é o mesmo jogo mas diferente, com uma cara nova. Com certeza será uma ótima experiência aos jogadores novos e um sonho realizado para os jogadores antigos. 

O principal ponto negativo que eu posso destacar foi a latência dos servidores. Por ainda ser apenas teste, eu imagino que os servidores não estavam otimizados e 100% prontos para seu lançamento. Também acredito, ou pelo menos espero, que tenham servidores na América do Sul quando lançar.

Agora mais no âmbito da especulação, e aqui ficam minhas opiniões e devaneios, NÃO SÃO INFORMAÇÕES OFICIAIS, eu espero que tenhamos novas “receitas” de Rune Words, trazendo a possibilidade de criar uma experiência diferente do que já estamos acostumados com o velho Diablo 2. Gostaria de ver alguns itens novos também, mas que mantenham a essência do jogo, nada de itens overpower que sejam melhores que qualquer um. 

O que realmente encanta no D2 é essa gama bem diversificada de itens e estratégias que podem criar diferentes Builds de personagens.

Outro ponto, mas aí já seria um sonho e talvez até descaracterizasse o jogo em si, seria a adição de novas classe ou até mesmo um novo ato, mas sinceramente eu não acho que isso venha acontecer e tenho até medo que se ocorra possa estragar o que já foi estabelecido. 

A conclusão é que Diablo 2 Resurrected tem tudo para ser um sucesso, respeitando sua história e trazendo boas melhorias. Se será um jogo lembrado por muitas gerações ou apenas mais um remaster dos tantos que enchem o mercado ano após ano, só o tempo dirá.

Diablo 2: Resurrected – Tudo o que você precisa saber antes de jogar [Parte 2]

[A coluna acima reflete a opinião do redator e não do portal Project N]

Ezequiel Covatti
🕹 Um amante da Nintendo desde os anos 80 👨‍🍳 Chef 📖 Escritor 📚 As Crônicas do Rei 📚 Mestre dos Mestres --> linktr.ee/ezequielcovatti