Final Fantasy VII Remake Intergrade finalmente chegou ao Nintendo Switch 2 (vem aqui conferir nossa review), surpreendendo pela qualidade do port no console híbrido e elevando ainda mais a expectativa dos fãs em relação às suas sequências, já confirmadas para a nova plataforma da Nintendo.
Durante uma nova entrevista concedida à própria Nintendo, Naoki Hamaguchi, diretor do game, voltou a tranquilizar os fãs da Big N: a trilogia de Final Fantasy VII Remake foi concebida para ser vivenciada do início ao fim no Nintendo Switch 2, sem concessões que comprometam a experiência.
Hamaguchi comentou sobre os desafios e aprendizados no desenvolvimento da versão, além de reforçar que Rebirth e o terceiro capítulo da trilogia seguem exatamente o mesmo direcionamento técnico e criativo.
Uma trilogia pensada para ser vivida por completo
Segundo Hamaguchi, desde o anúncio oficial da trilogia para o Nintendo Switch 2, a Square Enix passou a enxergar os três jogos como uma experiência contínua dentro do ecossistema da Nintendo. Essa visão influenciou diretamente decisões técnicas e de design, especialmente no que diz respeito à performance e à acessibilidade.
O diretor explicou que, por se tratarem de RPGs extensos, a equipe buscou garantir que os jogadores pudessem acompanhar toda a jornada de Cloud sem que o tempo de jogo se tornasse um obstáculo. É nesse contexto que entram funcionalidades de progressão facilitada, que também estarão presentes nos próximos títulos.
Essa abordagem reforça que Final Fantasy VII Rebirth no Switch 2 não será uma versão “inferior” ou apressada, mas parte de um planejamento sólido para que toda a saga seja plenamente aproveitada na plataforma.
Paridade técnica como prioridade
Um dos pontos mais relevantes da entrevista foi a ênfase de Hamaguchi em manter paridade visual e técnica com as demais plataformas. Ele revelou que, mesmo no modo portátil do Nintendo Switch 2, a equipe fez questão de preservar elementos essenciais, como a iluminação das cenas e das personagens.
De acordo com o diretor, a iluminação é parte fundamental da identidade visual de Final Fantasy VII Remake, pois impacta diretamente na forma como emoções e expressões faciais são transmitidas. Alterar esse aspecto poderia comprometer a narrativa — algo que a equipe não estava disposta a aceitar.
Essa filosofia, segundo ele, continuará valendo para REBIRTH, reforçando que os fãs podem esperar o mesmo cuidado e atenção aos detalhes já vistos em REMAKE INTERGRADE.
A experiência portátil como diferencial
Hamaguchi também comentou que ficou genuinamente emocionado ao ver o jogo rodando pela primeira vez no modo portátil do Switch 2. Para ele, a proximidade entre jogador, imagem e som cria um tipo de imersão diferente das experiências tradicionais em televisores de grande porte.
Essa descoberta ajudou a equipe a perceber que o Nintendo Switch 2 não é apenas mais uma plataforma, mas uma forma distinta de vivenciar Midgar, algo que certamente será levado em consideração nos próximos capítulos da trilogia.

















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