Ei Nintendista! Já ouviu o último episódio do nosso podcast?

[Entrevista] Conheça a dupla mais profissional da esfera Nintendista: Márcio e Marcello do canal “Uns Caras que Jogam”

[Entrevista] Conheça a dupla mais profissional da esfera Nintendista: Márcio e Marcello do canal "Uns Caras que Jogam"

Primeiramente gostaria de dizer que acompanho o trabalho de vocês a muito tempo e admiro bastante a qualidade das informações que vocês trazem para a comunidade Nintendista e a forma sensata como vocês abordam certos temas e rumores.

Project N – Gostaria que vocês fizessem uma breve autoapresentação para que os nossos leitores possam conhecer um pouco de vocês.

Marcello – Meu nome é Marcello Quintanilha tenho 28 anos, moro no Rio de Janeiro capital, bancário, formado em Ciência da Computação pela UERJ, gosto de games, animes, séries e filmes. Resolvi criar conteúdo para internet como hobbie e possivelmente ganhar alguma renda com isso mais tarde. Também sou editor no site Hospício Nerd.

[Entrevista] Conheça a dupla mais profissional da esfera Nintendista: Márcio e Marcello do canal "Uns Caras que Jogam"
Marcelo ao lado dos cosplayers representando Ekko e Jinx, ambos personagens de League of Legends

Marcinho – Meu nome é Márcio, tenho 28 anos e sou do Rio de Janeiro, bancário, analista desenvolvedor formado e entusiasta de audiovisual, fotografia e tratamento de imagens. Gosto muito de curtir meu tempo livre com minha família, viajar, assistir um bom filme, mas meu hobbie favorito desde criança são os jogos. Não importa aonde, videogame, pc, celular, estou sempre jogando alguma coisa. Atualmente tenho dois projetos com o Marcello: o Podcast Bate-Papo Nintendo e o canal Uns Caras que Jogam, esse último que também conta com a colaboração do nosso Colega Gustavo MugiGust.

[Entrevista] Conheça a dupla mais profissional da esfera Nintendista: Márcio e Marcello do canal "Uns Caras que Jogam"
Marcio ao lado dos Ferros dos cosplayer de Hollow Knight, diretamente de Hallownest

Project N – como se conheceram?

Marcinho – Essa é uma boa história (risos) Vou começar contando então. Em 2017 fui transferido para trabalhar no mesmo local que o Marcello. Acontece que eu levava meu Switch para o trabalho quase todos os dias e sempre jogava meia horinha de Breath of The Wild no descanso do almoço, enquanto Marcello ficava jogando Hearthstone. Desde então começamos a trocar ideia e foi amor a primeira vista: do marcello pelo Switch, claro. Kkkk

Marcello – De fato foi amor a primeira vista, rsrs. Estamos acostumados com um ambiente de trabalho que nossos colegas em sua maioria são bem mais velhos. Fiquei contente com a vinda do Márcio, uma pessoa com a mesma idade e mesmos gostos que eu. Depois de conversar e conviver um pouco, era claro que nos tornaríamos bons amigos.

Project N – Qual foi a motivação para criar o canal?

Marcello – Essa é uma história também muito interessante. Eu já produzia conteúdo antes, tinha um podcast que falava sobre muitas coisas da cultura pop, porém não vingou. Um belo dia o Márcio me mostrou um podcast de games que gravou com uns amigos. Márcio me convidou para gravar o segundo episódio do podcast e fui participando junto até o quinto episódio. Acabei me tornando um eterno convidado, participando ativamente das pautas, me animei com o projeto. Eis que o Márcio veio com a ideia do YouTube.

Marcinho – Eu sempre gostei muito de audiovisual, mas nunca havia investido afundo nisso. Em 2018 resolvi colocar em prática essa ideia, comprei todo equipamento: câmera, gravador, microfones e um pc novo. Faltava então material para editar, logo pensei: Por que não produzir eu mesmo? Foi aí que chamei o Marcello e começamos a gravar alguns gameplays editados e postar no youtube. Acabou que a galera foi gostando, o podcast terminou mas o canal ficou. Como a ideia era estudar rolou muita experimentação, fizemos vídeos em diversos formatos e com várias ideias diferentes, até chegar mais ou menos no formato do conteúdo que temos hoje.

[Entrevista] Conheça a dupla mais profissional da esfera Nintendista: Márcio e Marcello do canal "Uns Caras que Jogam"
A dupla Mario e Luigi do Uns caras que jogam

Project N – Muito tem sido dito sobre a compra da Bethesda pela Microsoft. Vocês acreditam que essa aquisição afetará o cenário gamer como um todo? A Nintendo será afetada de alguma forma?

Marcello – Essa foi uma excelente aquisição pela Microsoft. De cara já começou com um bom incremento de quase 20 jogos no Game Pass, que na minha opinião é o melhor serviço de jogos no quesito custo-benefício que temos no mercado hoje. Fora o fato de que a Microsoft precisa investir mais em exclusivos, o que talvez seja uma consequência dessa compra. Acredito que essa jogada seja boa para o cenário gamer como um todo, pois no final das contas, uma boa concorrência pode dar uma movimentada na Sony e na Nintendo. Falando em Nintendo, vou deixar essa parte para o Marcinho, que é um pouco mais nintendista do que eu, rsrs.

Marcinho – Sou mesmo hehe. Também gostei muito da aquisição, mas de fato pode influenciar para os fãs Nintendistas sim. A Bethesda vinha mantendo um relacionamento ótimo com a Nintendo e dando um suporte incrível ao Switch, e agora não existe mais garantia de que isso irá continuar. A Microsoft costuma liberar alguns de seus jogos para outras plataformas como a Steam, PlayStation e o próprio Switch, mas isso não é uma regra. Tem Nintendista esperando Rare Replay até hoje no Switch, e eu duvido que saia. Mas do jeito que as coisas andam eu prevejo que veremos o GamePass dentro de uma plataforma Nintendo, não sabemos quando, mas esse dia vai chegar com certeza.

Project N – Tivemos o aniversário de uma das franquias mais famosas do mundo dos games ” The Legend of Zelda” e a Nintendo ficou em Silêncio. Qual a opinião de vocês sobre essa comportamento por parte da Nintendo? É possível que tenhamos surpresas em breve?

Marcinho – Nem me fale! Chegou a ser engraçado, no dia do aniversário estava bombando de Hashtags de Zelda, o mundo inteiro celebrando, e a Nintendo fez a egípcia e postou uma parada aleatória sobre Part Time UFO. rsrs Acredito que tenha sido proposital para não concorrer com a celebração de 35 anos de Super Mario, que termina agora no final de março. De fato a Nintendo não costuma muito celebrar a data e sim o ano, então prevejo que até o dia 21 de fevereiro de 2022 teremos alguma coisa.

Marcello – Concordo totalmente com o Márcio, mas se a Nintendo não comemorou, os criadores de conteúdo cumpriram muito bem esse papel. Só fiquei um pouco triste de não ter visto uma coletânea de Zelda no mesmo nível do Mário 3D All-Stars. Queria a oportunidade de jogar no Switch alguns Zeldas que não joguei.

Project N – Vocês acreditam que com a vinda da Nintendo para o Brasil, poderemos ter no futuro as tão sonhadas legendas em Pt-br?

Marcinho – Eu espero muito que sim! A Nintendo está muito atrasada nesse quesito, a grande maioria dos jogos hoje já chegam localizados em português brasileiro, até mesmo jogos de baixíssimo orçamento. Nós, fãs brasileiros, precisamos continuar pressionando, apoiando campanhas como o #QueremosNintendo, esperando que ela nos ouça e tome uma atitude. Gostaria muito que jogos de franquias como Fire Emblem, Xenoblade e Paper Mario por exemplo fossem traduzidos, pois é impossível aproveitá-los sem entender o que está acontecendo, e para a maioria dos Brasileiros estas obras são inacessíveis.

Project N – Falamos no mês passado pelo Twitter sobre a matéria que escrevi a respeito de saúde mental e escapismo, quando abordei um caso pessoal relacionado ao Paper Mario The Origami King. Dito isso, gostaria de saber qual jogo nesse momento atípico que estamos vivendo ajudou vocês a serem transportados para outra realidade e relaxarem?

Marcello – Parabéns pelo texto inclusive. Saúde metal sempre foi muito importante e agora mais ainda em tempos de quarentena. Muitas mídias têm esse papel de nos transportar para uma outra realidade menos pesada da nossa atual. Deixo até uma recomendação fora do mundo dos games. Quem puder, assista WandaVision, além da diversão clássica dos filmes da Marvel como já conhecemos, tem uma mensagem poderosa sobre luto e mostra exatamente como alguém pode querer estar em uma realidade alternativa como forma de escape. Eu jogo de tudo, Mário, Zelda, The Last of Us, League of Legends e etc. Qualquer gênero que seja já vai me fazer relaxar no momento de lazer, mas devo dizer que no ápice da pandemia em 2020 joguei bastante Animal Crossing. Acho que muitos que estão lendo neste momento também foram para suas próprias ilhas paradisíacas.

Marcinho – Por sinal foi um excelente texto, meus parabéns David!
Nessa linha de ‘comfort games’, quando eu estou estressado eu gosto muito de semi-simuladores de corrida, como Forza e Gran Turismo, são jogos onde eu ligo meu volante e fico horas guiando sem pensar em mais nada.
Também gostaria de dividir outra experiência onde os jogos estão me ajudando muito. Ano passado Infelizmente perdi um familiar muito querido, e foi um trauma muito grande pois dessa vez eu que fiquei encarregado de cuidar de tudo, de separar os pertences até toda a parte burocrática do enterro ao inventário. Isso me desgastou demais. Como ele também gostava muito de videogames, comecei a revisitar algumas coisas que jogávamos juntos e isso foi me fazendo muito bem, trazendo de volta inúmeras memórias boas. Também comecei a jogar algumas franquias que ele amava, e de alguma forma quando eu jogo isso me traz uma paz muito grande, rola uma conexão que vai muito além do jogo, e mesmo jogos que antes eu não gostava muito estão se tornando experiências extremamente reconfortantes.

Project N –  Marcinho, você já disse algumas vezes que a franquia Ori (tanto o primeiro jogo “Ori and the blind forest” quanto o segundo jogo “Ori and the will of the wisps”) é uma obra de arte e que redefiniu o gênero Metroidvania. Será que a Nintendo precisa lançar algo relevante na sua próxima investida nesse gênero para manter a sua soberania?

Sempre fui muito fã de ‘Metroidvanias’ e adoro quando jogos tentam trazer ideias e temáticas novas a gêneros já estabelecidos como foi o caso com Shadow Complex e Guacamelee por exemplo, mas agora com a duplinha Ori e Hollow Knight acredito que tenhamos alcançado um novo patamar: Começando pela pela gameplay precisa e level design inteligente, passando dificuldade justa que não subestima o jogador e fechando com estilo artístico único, narrativa impecável e trilhas sonoras que dão arrepios só de lembrar. Como falei brincando: Já podem mudar o gênero para Oriknight ou Hollowori. (risos) E sobre a pergunta, sim, pelo pouco que joguei de Samus Returns, acho que a Nintendo precisará investir MUITO para continuar relevante no gênero.

Project N – Marcello, como um bom Pokémon trainer que você é, nos diga qual a sua avaliação sobre os Remakes de Sinnoh (Brilliant Diamond e Shinning Pearl) e a nova possível série (Pokémon Legends Arceus)? A Game Freak irá entregar tudo o que a comunidade de Pokémon vem pedindo a anos?

Marcello – Como fã de Pokémon eu gostei muito do que vi nos dois novos jogos. Dias antes do anúncio dos Remakes de Sinnoh eu me peguei pensando em como eu gostava do visual dos jogos antigos. Posso dizer que a partir dos jogos Ruby e Sapphire o visual envelheceu muito bem, pecando só nas animações de batalha. Nesse remake conseguiram entregar um bom visual na parte dos ambientes externos e nas animações de batalhas atualizadas como em Sword e Shield. Sei que nem todo mundo curtiu o visual “retrô”, é muito pessoal. Sobre o Legends Arceus, qualquer tentativa de inovar é muito bem vista por mim. Gostei muito do que vi no trailer e estou animado. Ainda é cedo para dizer se a Game Freak vai entregar tudo o que os fãs vem pedindo a muito tempo, temos poucas informações sobre o jogo. Como se trata de uma história que acontece no passado, não sabemos ainda se todas as características dos jogos da série core estarão presentes ali. De toda forma me parece uma experimentação, se der certo, esse pode se tornar o novo rumo da franquia.

Project N – Em um mundo onde estamos a receber informações a todo o momento, Plus responsabilidades da vida adulta, administração da vida pessoal mais o canal no YouTube, gostaria de saber se ainda existe tempo para a jogatina em momentos dedicados somente a sua experiência como gamer (sem relação com o canal)?

Marcello – Com certeza. Acho que o lazer é uma parte muito importante do meu dia e precisamos disso para balancear com os problemas. Mesmo com minha rotina de trabalho e canal acho que consigo dedicar muitas horas para jogar.

Marcinho – Sempre. Eu não sou muito ligado em lançamentos e por isso acabo jogando as coisas no meu tempo. Pra mim jogar videogame precisa ser um ato prazeroso sempre. Como os meninos já tem o hábito de acompanhar os últimos lançamentos, são eles que escrevem a maior parte dos reviews, e o canal acaba servindo de motivação e não obrigação. Quando não estamos a fim de jogar a ordem é parar, relaxar e deixar pra outra hora.

[Entrevista] Conheça a dupla mais profissional da esfera Nintendista: Márcio e Marcello do canal "Uns Caras que Jogam"
Uns caras que jogam se preparando para uma jogatina com seus Pro Controllers

Project N – Qual anúncio de título First Party faria você sorrir como criança em 2021? (É permitido sonhar).

Marcello – Então vamos sonhar, rsrsrs. Vou me permitir escolher um anúncio para cada plataforma. Nas plataformas Sony, eu gostaria de ver um novo Silent Hill. Ainda estamos torcendo por um novo jogo desde o cancelado do Kojima, fora os rumores desse anúncio. No Xbox eu gostaria de um novo Ninja Gaiden, que é um jogo que joguei muito no primeiro Xbox e no 360. Vale dizer que virá um pack com os 3 Ninja Gaidens para o Nintendo Switch e já recomendo demais. No Nintendo Switch eu sou o chato de sempre que torce para um novo Star Fox. Tenho muito carinho pelo Star Fox 64 e recentemente joguei o Starlink no Switch para matar um pouco a saudade dos personagens.

Marcinho – Qualquer novidade de BotW2 e Metroid Prime 4 já me deixariam muito feliz. Mas já que é pra sonhar, gostaria muito de ver uma coletânea com Fire Emblem 9 e 10 remasterizados e também remakes de Oracle of Ages e Seasons nos moldes de Links Awakening.

Project N – Finalmente depois de mais de 1 ano, tivemos no dia 17/02/2021 a volta da Nintendo Direct. As opiniões foram mistas, tanto por parte da crítica especializada quanto por parte dos gamers. Essa foi a Nintendo Direct que vocês esperavam? Foi uma boa Direct?

Marcinho – Eu gostei muito! Tivemos uma presença muito boa de Third Party além de excelentes anúncios First Party. Pra mim só teve um problema: a Nintendo avisou que seria uma apresentação focada para a primeira metade de 2021, mas meus dois jogos favoritos dessa Direct, Project Triangle Strategy e Splatoon 3, só chegam em 2022. Acredito que muita gente não tenha gostado da Direct por conta das altas expectativas geradas, altamente compreensível depois de mais de um ano sem Direct tradicional.

Marcello – Concordo com tudo que o Marcinho pontuou. Posso reforçar que a recepção depende muito da expectativa de cada um. Gostei da apresentação, mas senti falta de informações da continuação de Breath of the Wild e de títulos como Metroid Prime 4 e Bayonetta 3, que já foram anunciados a um bom tempo.

Project N – Marcello, como um assumido fã de animes, como estão as suas expectativas a respeito do lançamento da Funimation no Nintendo Switch ? Precisamos de outras plataformas de streaming no switch?

Marcello – Estou muito contente com a entrada da Funimation no Switch. O catálogo da Funimation ainda não é tão grande quanto o da Crunchyroll, seu maior concorrente no momento. Tem alguns animes muito bons lá que posso recomendar, como por exemplo: Attack on Titan, My Hero Academia, Sword Art Online, Fairy Tail e The Promissed Neverland. Acho que precisamos de outras plataformas de streaming no Switch sim. Eu particularmente não sinto falta, pois minha TV atual é bem completa e conta com Netflix, Amazon Prime e Disney+. O Crunchyroll eu assisto pelo PlayStation 5 ou no celular, streamando para a TV via Chrome Cast. Eu tenho essas opções para assistir, mas muita gente não tem. Conheço várias pessoas que assistem muito YouTube pelo Switch e a entrada de Netflix, Amazon Prime, Crunchyroll ou até mesmo um Spotify agregaria demais a plataforma com certeza.

Project N – Marcinho, ainda devemos sonhar com a vinda dos jogos da franquia Kingdom Hearts para o Nintendo Switch ou apenas nos contentarmos com o Melody of Memory?

Marcinho – Com certeza vem mais por aí. Kingdom Hearts tem um histórico em consoles Nintendo passando pelo GBA, DS e 3DS, e com o recente port dos jogos da série para o PC, acredito que as versões de Switch cheguem em breve – com exceção do Kingdom Herts III. Também tenho esperança de que a Square traga logo seu catálogo de Android e iOS para o Switch, em especial Chrono Trigger, Final Fantasy Tactics e os remakes de Final Fantasy III e IV.

Foi um enorme prazer entrevistar vocês dois. Como disse no inicio da entrevista, acompanho o trabalho de vocês a bastante tempo e desejo que o canal cresça cada vez mais!

Project N – Onde as pessoas podem encontrar mais sobre o trabalho de vocês e em quais redes sociais vocês estão?

Vocês podem nos encontrar principalmente no YouTube no canal Uns Caras Que Jogam e na twitch.tv/unscarasquejogam. Gostamos de trocar ideia com a galera principalmente no Twitter no @marcellocqs ou @marcinho92 ou no Instagram nesses mesmos @. Nosso canal também tem Instagram e TikTok, só pesquisar por @unscarasquejogam, nosso colega MugiGust tem feito um excelente trabalho por lá com vídeos curtos, hoje em dia essas coisas estão fazendo bastante sucesso. Tem também o nosso projeto com o Danillo, o Podcast Bate-Papo Nintendo, que vocês podem ouvir lá no canal do YouTube, o Bate-Papo Nintendo ou nos melhores agregadores de Podcast.https://twitter.com/marcellocqs

Project N – qual mensagem vocês gostariam de deixar para os nossos leitores?

Marcello – Primeiramente gostaria de agradecer pela oportunidade de darmos essa entrevista, é uma bela forma de sabermos que nosso trabalho está sendo reconhecido e é um grande incentivo para continuarmos. Então desde já agradeço demais. A mensagem que eu deixo é: Joguem video-game, independente de plataforma ou meios, um gamer de celular é tão gamer quando os caras que jogam em PC ou console. No final das contas estamos todos no mesmo barco. Aproveito também para pedir que vocês se cuidem e cuidem também das pessoas que vocês amam. A pandemia ainda não acabou e com pequenas atitudes podemos vencer esse grande chefão. Se quiserem trocar uma ideia, sabem onde me encontrar.

Marcinho – Obrigado pelo convite e pelo apoio de sempre! Isso nos deixa muito feliz. Pessoal, nessa época doida de informação que nós vivemos a minha dica é: aproveitem seus consoles, joguem para se divertir, não caiam na armadilha de ter que ficar antenado e vidrado em tudo que sai toda hora por pura obrigação. Sejam consumidores conscientes e não deixem que seu hobbie atrapalhe sua vida.
E por favor: se cuidem e cuidem do próximo. Nós temos um forte aliado nesse momento de distanciamento que é o Video-Game, vamos usá-lo da melhor forma possível que logo passaremos por essa crise.
Um abraço!

Gostaram da entrevista? então vamos dar uma passada no canal Uns Caras que jogam no youtube, não deixando de se inscrever e ativar o sininho, e vai aqui nossa recomendação de vídeo para que vocês possam conhecer mais o canal deles:

Mais uma vez chegamos ao fim de nossa entrevista, quer ver seu youtuber/criador de conteúdo sendo entrevistado? Mande uma mensagem  no nosso Instagram @portalprojectn, que faremos o máximo para traze-lo e falar um pouco da rotina dele, ou no caso de hoje deles!, Fiquem com Deus e se cuidem!


[A coluna acima reflete a opinião do redator e não do portal Project N]